Horários das comunicações orais

Clique nos horários para expandir o detalhamento e ver os trabalhos que serão apresentados

GT1 – GÊNERO, SABERES HISTÓRICOS E EDUCATIVOS

MANHÃ – 08H-12H30 – Auditório do PPGE
DO CUIDAR AO EDUCAR: AS IRMÃS FRANCICANAS HOSPITALEIRAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO E A FORMAÇÃO DA CULTURA ESCOLAR CAMPINENSE.
EDUCANDO ATRAVÉS DOS SENTIDOS: A PEDAGOGIA DO MASCULINO ATRAVÉS DA MORAL CRISTÃ NO GINÁSIO DIOCESANO DE PATOS (1937-1945).
A REPRESENTAÇÃO DOCENTE MASCULINA E FEMININA NA OBRA ‘MEUS VERDES ANOS DO ESCRITOR JOSÉ LINS DO REGO
CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ANÁLISE DA FORMAÇÃO E COTIDIANO DAS CASAS DE CARIDADE
ENTRE AGULHAS E HALTERES: GÊNERO E EDUCAÇÃO NO SÉCULO XIX
FALA SERTANEJA: UM PROJETO ENTRE O “LÁ” E O “CÁ”
QUESTÕES POLÍTICAS E RELAÇÕES DE GÊNERO NAS PRÁTICAS EDUCATIVAS DO CURSO NORMAL DE 1º CICLO EM ASSÚ/RN (1966-1970)
A INFLUÊNCIA DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NAS PRÁTICAS EDUCATIVAS DESENVOLVIDAS NO GRUPO ESCOLAR MONSENHOR JOAQUIM HONÓRIO (1931-1946)
PROCESSOS EDUCATIVOS NO GRUPO ESCOLAR TENENTE CORONEL JOSÉ CORREIA/ASSÚ (1911)
ANTECEDENTES DA FORMAÇÃO DA JUVENTUDE FEMININA EM CAMPINA GRANDE – PB (1957-1960)
O COLÉGIO IMACULADA CONCEIÇÃO E A EDUCACÃO FEMININA CATÓLICA EM CAMPINA GRANDE (1932-1970)
ARQUIVANDO GÊNEROS: UMA PERSPECTIVA DE INVESTIGAÇÃO HISTÓRICO-ARQUIVÍSTICA A PARTIR DA ESCOLA ESTADUAL JOÃO GOULART (JOÃO PESSOA-PB).
IMPRENSA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO FEMININA: GÊNERO E SENSIBILIDADES NA REVISTA ESCOLA DOMÉSTICA (1925-1926)
REPRESENTAÇÕES FEMININAS E OS MANUAIS DE ECONOMIA DOMÉSTICA NA DÉCADA DE 1950
FOTOGRAFIAS EM ACERVO ESCOLAR: REPRESENTAÇÕES DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS E CULTURAIS NO EDUCANDÁRIO NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS/ASSÚ-RN
EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES SOBRE O ACOLHIMENTO E A ADAPTAÇÃO DA CRIANÇA À ESCOLA
A MEMÓRIA COMO LUGAR: UMA DISCUSSÃO HISTORIOGRÁFICA
DESVELANDO MEMÓRIAS DE UMA EDUCADORA DE
MAMANGUAPE-PB: (AUTO)BIOGRAFIA EM FOCO
EMPREENDER POR OPORTUNIDADE OU NECESSIDADE? UMA HISTÓRIA DE VIDA
TARDE – 14H30-17H – Sala 310 do Centro de Educação
AS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA A PARTIR DO OLHAR E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA PROFESSORA ALICE DE AZEVEDO MONTEIRO
A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FEMININA NO BRASIL NO SÉCULO XVI A XIX
O PAPEL DO AUDIOVISUAL NO PROJETO DE EXTENSÃO PARTEJAR
LUTA DE MARIA DE LOURDES CONTRA O MACHISMO E SUAS REPRESSÕES
O LUGAR DE PRODUÇÃO DAS TEORIAS/EPISTEMOLOGIAS FEMINISTAS: UMA REFLEXÃO SITUADA E CONTRIBUIÇÕES HISTÓRICAS
A EDUCAÇÃO DA MULHER NO JORNAL A FLOR (PENEDO/AL, 1909)
CONTRIBUTOS DE PROFESSORAS ALAGOANAS À MODERNIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO (1912-1930)
ENSAIOS DE UMA EMANCIPAÇÃO
DONA LIA, UMA QUESTÃO DE GÊNERO: PRÁTICAS MEMORIAIS DA LUTA PELA TERRA NO ASSENTAMENTO BAIXIO – RIACHÃO/PB
A FEMINIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO NO SÉCULO XIX: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
A PRESENÇA DA PROFESSORA DOLORES DINIZ NO GRUPO ESCOLAR SENADOR GUERRA – CAICÓ/RN (1921)
SABERES E PRÁTICAS CULTURAIS VEICULADOS NO JORNAL A REPÚBLICA: UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A EDUCAÇÃO FEMININA (1911-1914)
ATUAÇÃO DE PROFESSORAS DA INSTRUÇÃO PRIMÁRIA NA PROVÍNCIA DA PARAHYBA DO NORTE: ENTRE AULAS NOTURNAS E ENSINAR A BORDAR (1860 – 1870)
ALICE DE AZEVEDO MONTEIRO E A EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS PEQUENAS NA PARAÍBA: OS ESCRITOS SOBRE INFÂNCIA NA REVISTA DO ENSINO (1932-1940)
ASSOCIAÇÕES JUVENIS – CENTROS DE FORMAÇÃO SOCIAL: UMA LEITURA PELA PERSPECTIVA DE GÊNERO

GT2 – GÊNERO, LINGUAGENS E REPRESENTAÇÕES

MANHÃ – 08H-12H – Sala 306 Centro de Educação
GÊNERO E DIVERSIDADE NA PUBLICIDADE BRASILEIRA: DESCONSTRUÍDO ESTEREÓTIPOS
AS REPRESENTAÇÕES DA SÉRIE SEX EDUCATION NA MÍDIA PERNAMBUCANA
ENTRECRUZAMENTOS DE GÊNERO E GERAÇÃO NO CAMPO A PARTIR DOS
VÍDEOS “A VIDA DE MARGARIDA” E “ZEFINHA QUER CASAR”
DESCONSTRUÇÃO DE ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO ATRAVÉS DA LEITURA CRÍTICA
ESCRITA FEMININA EM CAJAZEIRAS – PB: FLOR DE LIZ (1926-1931)
A VÊNUS DO SÉCULO XXI: UM RELATO DE PRÁTICA
REPRESENTAÇÕES FEMININAS POR MEIO DE PERIÓDICOS NORTE-RIO-GRANDENSES (1875-1879)
AS IMAGENS FEMININAS NA IMPRENSA CAMPINENSE (1945-1959)
A MULHER NA IMPRENSA PARAIBANA NOS PRIMÓRDIOS DOS ANOS 1960
UMA ANÁLISE DAS CAPAS DE REVISTAS FEMININAS NO SÉCULO XX
REPRESENTAÇÕES FEMININAS NOS IMPRESSOS EDUCACIONAIS: DISCURSOS SOBRE AS POSSIBLIDADES DA ATUAÇÃO DA MULHER NA SOCIEDADE NORTE-RIO-GRANDENSE (1921-1924)
TARDE – 14H30-17H – Sala Multimídia do PPGE 1º Andar
VIRGINIA WOOLF: QUESTIONANDO O PATRIARCADO E O MILITARISMO
DISTOPIA OU REALIDADE? – O BIOPODER EM O CONTO DA AIA
O LIVRO INFANTIL PARA A (DES) CONSTRUÇÃO DOS ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO
FEMINISMO E EMPODERAMENTO NAS TIRINHAS DE OLGA, A SEXÓLOGA
1910, DE THAI FLOW: MANIFESTO FEMINISTA NA CULTURA HIP HOP
UMA EXPERIÊNCIA PRIVADA SOB A PERSPECTIVA DO FEMINISMO INTERSECCIONAL
EM DEFESA DE MEDEIA
CORPO, SEXUALIDADE E REPRESENTAÇAO DA MULHER “VELHA” EM CONTOS DE CLARICE LISPECTOR
A EROTIZAÇÃO DO CORPO FEMININO COMO EXPERIMENTAÇÃO DO PRAZER NO CONTO ROMÃ, DE IVANA ARRUDA LEITE
“O QUE É SER UMA MULHER?”: RUPTURAS NARRATIVAS NO CINEMA DE AGNÈS VARDA
A TRANSEXUALIDADE RETRATADA NO PROGRAMA RUPAUL DRAG RACE

GT3 – GÊNERO, HOMENS E MASCULINIDADE

MANHÃ – 09H-12H30 – Sala 324 Bloco Psicopedagogia
MASCULINIDADES E REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: AS MUDANÇAS DO SÉCULO XXI
“AS VEZES NÃO SINTO ORGULHO EM DIZER QUE QUERO ME TORNAR UM PEDAGOGO”: UMA REFLEXÃO SOBRE A INSERÇÃO MASCULINA NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPB
LOLITA: O OLHAR MASCULINO E A PEDOFILIA
PADRE IBIAPINA: UM SACERDOTE LIGANDO A ALMA AO POVO POBRE DO SERTÃO NORDESTINO

GT4 – GÊNERO E MOVIMENTOS SOCIAIS

MANHÃ – 09H-12H30 – Sala 324 Bloco Psicopedagogia
“NÓS TEMOS ESTA FORÇA MUITO FORTE NA PARAÍBA”: A BRIGADA CAETÉS E A ATUAÇÃO FEMININA NO MST
PORTO DO CAPIM EM AÇÃO: A RESISTÊNCIA DAS MULHERES EM TEMPOS DE EXCEÇÃO
ROSE: UMA HISTÓRIA DE LUTA SOCIAL E EMPODERAMENTO FEMININO.
MOVIMENTOS SOCIAIS E A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES INDÍGENAS DA BAÍA DA TRAIÇÃO – PB

GT5 – GÊNERO, CORPO E SEXUALIDADES

MANHÃ – 09H-12H30 – Sala 324 Bloco Psicopedagogia
IGREJAS INCLUSIVAS: ENTRE DISCURSOS PROGRESSISTAS E CONSERVADORES
FEMINISMOS E CORPOS COM DEFICIÊNCIA: DISSIDÊNCIAS DA NORMALIDADE
EXPERIÊNCIAS EDUCATIVAS DE UMA PROSTITUTA: DESCORTINANDO O TERRITÓRIO DO PRAZER
DISCURSOS DE GÊNERO SOB A PERSPECTIVA DE PROFESSORES EM UMA ESCOLA DE FORTALEZA
“O POVO DIZIA, VOCÊ ESTÁ PASSANDO DE MENINA PRA MOÇA”:MEMÓRIAS DE MULHERES SOBRE SEUS CORPOS NA JUVENTUDE.
AS METODOLOGIAS UTILIZADAS NA DISCUSSÃO DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

GT6 – GÊNERO, CULTURA E EDUCAÇÃO

TARDE – 14H-17H30 – Auditório do PPGE 1º Andar
REPRESENTAÇÃO FEMININA NOS FILMES DE ANIMAÇÃO DA DISNEY E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A EDUCAÇÃO
A CULTURA MAKER E A FORMAÇÃO E EMPODERAMENTO DE MENINAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA
O GÊNERO FEMININO ESQUECIDO: CONSIDERAÇÕES SOBRE MULHERES PROFESSORAS DO COLÉGIO ESTADUAL DA PRATA-CAMPINA GRANDE PB
“NINGUÉM VIU, NINGUÉM VÊ, NINGUÉM QUER SABER”: DISCUTINDO VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, DESIGUALDADE DE GÊNERO E FEMINISMO ATRAVÉS DO TEATRO DO OPRIMIDO NA EDUCAÇÃO.
GÊNERO E PATRIARCALISMO NA ADMINISTRAÇÃO DOS GRUPOS ESCOLARES NA PARAÍBA – 1916/1930
GÊNERO E EDUCAÇÃO: UMA QUESTÃO A SER DEBATIDA NAS ESCOLAS
REFLEXÕES SOBRE GÊNERO E ENSINO DE HISTÓRIA NO PIBID DOS CURSOS DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA DE PERNAMBUCO
JANDIRA PINTO: UMA MULHER NO SERVIÇO SOCIAL DA PARAÍBA NOS ANOS DE 1950
O FANTASMA DA “IDEOLOGIA DE GÊNERO” AMEAÇA A EDUCAÇÃO: ESTADO DA ARTE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE O TEMA NO BANCO DE TESES E DISSERTAÇÕES DA CAPES ENTRE OS ANOS 2000 E 2018
TEMAS TRANSVERSAIS E GÊNERO NO ENSINO DE HISTÓRIA
ESTUDO SOBRE GÊNERO E IDENTIDADE: UM CASO DE DESAFIOS CONSTANTES.
RETROCESSOS E POSSIBILIDADES DE ABORDAGEM DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
A APLICAÇÃO DA TRANSVERSALIDADE ALÉM DA SALA DE AULA
DISCURSOS MIDIÁTICOS QUE SUBALTERNIZAM MULHERES: CRIAÇÃO DE IMAGENS E ESTEREÓTIPOS
A INSERÇÃO DA HISTÓRIA DAS MULHERES ATRAVÉS DO PIBID
O ESTATUTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA E A VALORIÇÃO DO PROFESSOR (1986)
VOZES DISCENTES SOBRE SEXUALIDADE: UM ESTUDO NA PARAIBA
RENDA RENASCENÇA: ETNOGRAFANDO COM MULHERES RENDEIRASDO CARIRI PARAIBANO
GÊNERO E EDUCAÇÃO: DISCUTINDO O PROTAGONISMO DAS MULHERES NO COTIDIANO DA EDUCAÇÃO BÁSICA.
ANIME: UM JEITO “FEMININO” DE VIVER
PROBLEMAS DE GÊNERO E SALA DE AULA: INEXCUSÁVEL DEBATE IDENTITÁRIO.
VALORES E SABERES DE UMA EDUCADORA FORJADA ENTRE O CÁRCERE E A RUA
A TRANSEXUALIDADE NO FILME 20 CENTÍMETROS
O JOGO TEATRAL NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM COM IDOSOS

GT7 – GÊNERO, SAÚDE E DIVERSIDADE

MANHÃ – 08H30-12H – Sala Multimídia do PPGE 1º Andar
A IDADE DO “COM DOR” E O DISCURSO DO ENVELHECIMENTO ATIVO
SAÚDE MENTAL DE MULHERES FEMINISTAS: UM ESTUDO EM PALMAS – TO
TRAJETÓRIA FILOSÓFICA NAS ARTES E SAÚDE: DESCOLONIZANDO NOS MUNICÍPIOS DE CAUCAIA E SÃO GONÇALO DO AMARANTE-CEARÁ
BIOLOGIA E MEDICINA DO GÊNERO: CULTURA LEVADA AO LABORATÓRIO
MULHERES NEGRAS E MERCADO DE TRABALHO: A INTERSECCIONALIDADE DE FATORES
O ADOECIMENTO MENTAL DAS MÃES ACOMPANHANTES

GT8 – GÊNERO, FEMINISMOS E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA

MANHÃ – 08H30-12H – Sala Multimídia do PPGE 1º Andar
QUE ONDA É ESSA? MULHER E POLÍTICA UMA QUESTÃO DE GÊNERO
FEMINISMO NO BRASIL: UM ESTUDO INTRODUTÓRIO
O FEMINISMO EM “O PAÍS DAS MULHERES” DE GIOCONDA BELLI
A CONQUISTA DO ESPAÇO ACADÊMICO E A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO DA MULHER
TRAJETÓRIA DE LUTA CONTRA A DITADURA CÍVIL MILITAR: FEMINISMO COMO EMPODERAMENTO HISTÓRICO NO CEARÁ
#DEIXAELATRABALHAR: EMPODERAMENTO FEMININO EM PAUTA E MACHISMO NO ESPORTE
ANCESTRALIDADE: FONTE DE RESISTÊNCIA NA AFIRMAÇÃO DO FEMINISMO NEGRO

GT9 – GÊNERO, RAÇA, ETNIAS E GERAÇÕES

MANHÃ – 08H30-12H30 – Sala 305 do Centro de Educação
O PROTAGONISMO DAS INTELECTUAIS NEGRAS E AS SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAL E A INTERCULTURALIDADE NO CAMPO DA EDUCAÇÃO
O MOVIMENTO TEM COR? FEMINISMO NEGRO EM PAUTA
OS SABERES ANCESTRAIS AFRICANOS DAS REZADEIRAS QUILOMBOLAS E INDÍGENAS DO CEARÁ: MULHERES DA CURA E DA REZA
INVISIBILIDADE BRANCA: CONFORTO E PRIVILÉGIOS EM UM SISTEMA RACISTA
PORTEIRAS DAS ARTES:EDUCAÇÃO QUILOMBOLA NA COMUNIDADE REMANESCENTE DE PORTEIRAS EM CAUCAIA-CEARÁ
PROTAGONISMO FEMININO POTIGUARA – REPRESENTATIVIDADE E LUTA
REPRESENTAÇÕES DE ADOLESCENTES CANDOMBLECISTAS SOBRE IDENTIDADES DE GÊNERO

GT10 – GÊNERO, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

MANHÃ – 08H30-12H30 – Sala 305 do Centro de Educação
A PERCEPÇÃO DOS TRÊS PODERES ACERCAR DAS POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA IGUALDADE DE GÊNERO
NÚCLEOS DE ESTUDOS DE GÊNERO E ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER: AÇÕES FRUTO DE UMA POLÍTICA PÚBLICA NO ESTADO DE PERNAMBUCO
TRANSGENERIDADE E LEI MARIA DA PENHA
OS DESAFIOS DA INTERSETORIALIDADE DAS INSTITUIÇÕES NO ATENDIMENTO ÀS MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA, JOÃO PESSOA-PB
O ASSÉDIO MORAL NAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS
POLÍTICAS PÚBLICAS E CULTURA DA VIOLÊNCIA EM SÃO BENTO – PB
IDEOLOGIA DE GÊNERO NO DISCURSO MIDIÁTICO-PEDAGÓGICO: UMA AUTOETNOGRAGIA
POLÍTICAS PÚBLICAS E CULTURA DA VIOLÊNCIA EM SÃO BENTO – PB
APLICABILIDADE DA LEI MARIA DA PENHA NAS RELAÇÕES HOMOAFETIVAS
GÊNERO NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS: UM DEBATE NECESSÁRIO
COMPETÊNCIAS DO POLICIAL MILITAR NA EFETIVIDADE DA LEI MARIA DA PENHA