Horários das comunicações orais

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GT1 – GÊNERO, SABERES HISTÓRICOS E EDUCATIVOS

MANHÃ – 08H-12H30 – Auditório do PPGE
DO CUIDAR AO EDUCAR: AS IRMÃS FRANCICANAS HOSPITALEIRAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO E A FORMAÇÃO DA CULTURA ESCOLAR CAMPINENSE.
EDUCANDO ATRAVÉS DOS SENTIDOS: A PEDAGOGIA DO MASCULINO ATRAVÉS DA MORAL CRISTÃ NO GINÁSIO DIOCESANO DE PATOS (1937-1945).
A REPRESENTAÇÃO DOCENTE MASCULINA E FEMININA NA OBRA ‘MEUS VERDES ANOS DO ESCRITOR JOSÉ LINS DO REGO
CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ANÁLISE DA FORMAÇÃO E COTIDIANO DAS CASAS DE CARIDADE
ENTRE AGULHAS E HALTERES: GÊNERO E EDUCAÇÃO NO SÉCULO XIX
FALA SERTANEJA: UM PROJETO ENTRE O “LÁ” E O “CÁ”
QUESTÕES POLÍTICAS E RELAÇÕES DE GÊNERO NAS PRÁTICAS EDUCATIVAS DO CURSO NORMAL DE 1º CICLO EM ASSÚ/RN (1966-1970)
A INFLUÊNCIA DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NAS PRÁTICAS EDUCATIVAS DESENVOLVIDAS NO GRUPO ESCOLAR MONSENHOR JOAQUIM HONÓRIO (1931-1946)
PROCESSOS EDUCATIVOS NO GRUPO ESCOLAR TENENTE CORONEL JOSÉ CORREIA/ASSÚ (1911)
ANTECEDENTES DA FORMAÇÃO DA JUVENTUDE FEMININA EM CAMPINA GRANDE – PB (1957-1960)
O COLÉGIO IMACULADA CONCEIÇÃO E A EDUCACÃO FEMININA CATÓLICA EM CAMPINA GRANDE (1932-1970)
ARQUIVANDO GÊNEROS: UMA PERSPECTIVA DE INVESTIGAÇÃO HISTÓRICO-ARQUIVÍSTICA A PARTIR DA ESCOLA ESTADUAL JOÃO GOULART (JOÃO PESSOA-PB).
IMPRENSA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO FEMININA: GÊNERO E SENSIBILIDADES NA REVISTA ESCOLA DOMÉSTICA (1925-1926)
REPRESENTAÇÕES FEMININAS E OS MANUAIS DE ECONOMIA DOMÉSTICA NA DÉCADA DE 1950
FOTOGRAFIAS EM ACERVO ESCOLAR: REPRESENTAÇÕES DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS E CULTURAIS NO EDUCANDÁRIO NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS/ASSÚ-RN
EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES SOBRE O ACOLHIMENTO E A ADAPTAÇÃO DA CRIANÇA À ESCOLA
A MEMÓRIA COMO LUGAR: UMA DISCUSSÃO HISTORIOGRÁFICA
DESVELANDO MEMÓRIAS DE UMA EDUCADORA DE
MAMANGUAPE-PB: (AUTO)BIOGRAFIA EM FOCO
EMPREENDER POR OPORTUNIDADE OU NECESSIDADE? UMA HISTÓRIA DE VIDA
TARDE – 14H30-17H – Sala 310 do Centro de Educação
AS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA A PARTIR DO OLHAR E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA PROFESSORA ALICE DE AZEVEDO MONTEIRO
A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FEMININA NO BRASIL NO SÉCULO XVI A XIX
O PAPEL DO AUDIOVISUAL NO PROJETO DE EXTENSÃO PARTEJAR
LUTA DE MARIA DE LOURDES CONTRA O MACHISMO E SUAS REPRESSÕES
O LUGAR DE PRODUÇÃO DAS TEORIAS/EPISTEMOLOGIAS FEMINISTAS: UMA REFLEXÃO SITUADA E CONTRIBUIÇÕES HISTÓRICAS
A EDUCAÇÃO DA MULHER NO JORNAL A FLOR (PENEDO/AL, 1909)
CONTRIBUTOS DE PROFESSORAS ALAGOANAS À MODERNIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO (1912-1930)
ENSAIOS DE UMA EMANCIPAÇÃO
DONA LIA, UMA QUESTÃO DE GÊNERO: PRÁTICAS MEMORIAIS DA LUTA PELA TERRA NO ASSENTAMENTO BAIXIO – RIACHÃO/PB
A FEMINIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO NO SÉCULO XIX: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
A PRESENÇA DA PROFESSORA DOLORES DINIZ NO GRUPO ESCOLAR SENADOR GUERRA – CAICÓ/RN (1921)
SABERES E PRÁTICAS CULTURAIS VEICULADOS NO JORNAL A REPÚBLICA: UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A EDUCAÇÃO FEMININA (1911-1914)
ATUAÇÃO DE PROFESSORAS DA INSTRUÇÃO PRIMÁRIA NA PROVÍNCIA DA PARAHYBA DO NORTE: ENTRE AULAS NOTURNAS E ENSINAR A BORDAR (1860 – 1870)
ALICE DE AZEVEDO MONTEIRO E A EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS PEQUENAS NA PARAÍBA: OS ESCRITOS SOBRE INFÂNCIA NA REVISTA DO ENSINO (1932-1940)
ASSOCIAÇÕES JUVENIS – CENTROS DE FORMAÇÃO SOCIAL: UMA LEITURA PELA PERSPECTIVA DE GÊNERO

GT2 – GÊNERO, LINGUAGENS E REPRESENTAÇÕES

MANHÃ – 08H-12H – Sala 306 Centro de Educação
GÊNERO E DIVERSIDADE NA PUBLICIDADE BRASILEIRA: DESCONSTRUÍDO ESTEREÓTIPOS
AS REPRESENTAÇÕES DA SÉRIE SEX EDUCATION NA MÍDIA PERNAMBUCANA
ENTRECRUZAMENTOS DE GÊNERO E GERAÇÃO NO CAMPO A PARTIR DOS
VÍDEOS “A VIDA DE MARGARIDA” E “ZEFINHA QUER CASAR”
DESCONSTRUÇÃO DE ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO ATRAVÉS DA LEITURA CRÍTICA
ESCRITA FEMININA EM CAJAZEIRAS – PB: FLOR DE LIZ (1926-1931)
A VÊNUS DO SÉCULO XXI: UM RELATO DE PRÁTICA
REPRESENTAÇÕES FEMININAS POR MEIO DE PERIÓDICOS NORTE-RIO-GRANDENSES (1875-1879)
AS IMAGENS FEMININAS NA IMPRENSA CAMPINENSE (1945-1959)
A MULHER NA IMPRENSA PARAIBANA NOS PRIMÓRDIOS DOS ANOS 1960
UMA ANÁLISE DAS CAPAS DE REVISTAS FEMININAS NO SÉCULO XX
REPRESENTAÇÕES FEMININAS NOS IMPRESSOS EDUCACIONAIS: DISCURSOS SOBRE AS POSSIBLIDADES DA ATUAÇÃO DA MULHER NA SOCIEDADE NORTE-RIO-GRANDENSE (1921-1924)
TARDE – 14H30-17H – Sala Multimídia do PPGE 1º Andar
VIRGINIA WOOLF: QUESTIONANDO O PATRIARCADO E O MILITARISMO
DISTOPIA OU REALIDADE? – O BIOPODER EM O CONTO DA AIA
O LIVRO INFANTIL PARA A (DES) CONSTRUÇÃO DOS ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO
FEMINISMO E EMPODERAMENTO NAS TIRINHAS DE OLGA, A SEXÓLOGA
1910, DE THAI FLOW: MANIFESTO FEMINISTA NA CULTURA HIP HOP
UMA EXPERIÊNCIA PRIVADA SOB A PERSPECTIVA DO FEMINISMO INTERSECCIONAL
EM DEFESA DE MEDEIA
CORPO, SEXUALIDADE E REPRESENTAÇAO DA MULHER “VELHA” EM CONTOS DE CLARICE LISPECTOR
A EROTIZAÇÃO DO CORPO FEMININO COMO EXPERIMENTAÇÃO DO PRAZER NO CONTO ROMÃ, DE IVANA ARRUDA LEITE
“O QUE É SER UMA MULHER?”: RUPTURAS NARRATIVAS NO CINEMA DE AGNÈS VARDA
A TRANSEXUALIDADE RETRATADA NO PROGRAMA RUPAUL DRAG RACE

GT3 – GÊNERO, HOMENS E MASCULINIDADE

MANHÃ – 09H-12H30 – Sala 324 Bloco Psicopedagogia
MASCULINIDADES E REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: AS MUDANÇAS DO SÉCULO XXI
“AS VEZES NÃO SINTO ORGULHO EM DIZER QUE QUERO ME TORNAR UM PEDAGOGO”: UMA REFLEXÃO SOBRE A INSERÇÃO MASCULINA NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPB
LOLITA: O OLHAR MASCULINO E A PEDOFILIA
PADRE IBIAPINA: UM SACERDOTE LIGANDO A ALMA AO POVO POBRE DO SERTÃO NORDESTINO

GT4 – GÊNERO E MOVIMENTOS SOCIAIS

MANHÃ – 09H-12H30 – Sala 324 Bloco Psicopedagogia
“NÓS TEMOS ESTA FORÇA MUITO FORTE NA PARAÍBA”: A BRIGADA CAETÉS E A ATUAÇÃO FEMININA NO MST
PORTO DO CAPIM EM AÇÃO: A RESISTÊNCIA DAS MULHERES EM TEMPOS DE EXCEÇÃO
ROSE: UMA HISTÓRIA DE LUTA SOCIAL E EMPODERAMENTO FEMININO.
MOVIMENTOS SOCIAIS E A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES INDÍGENAS DA BAÍA DA TRAIÇÃO – PB

GT5 – GÊNERO, CORPO E SEXUALIDADES

MANHÃ – 09H-12H30 – Sala 324 Bloco Psicopedagogia
IGREJAS INCLUSIVAS: ENTRE DISCURSOS PROGRESSISTAS E CONSERVADORES
FEMINISMOS E CORPOS COM DEFICIÊNCIA: DISSIDÊNCIAS DA NORMALIDADE
EXPERIÊNCIAS EDUCATIVAS DE UMA PROSTITUTA: DESCORTINANDO O TERRITÓRIO DO PRAZER
DISCURSOS DE GÊNERO SOB A PERSPECTIVA DE PROFESSORES EM UMA ESCOLA DE FORTALEZA
“O POVO DIZIA, VOCÊ ESTÁ PASSANDO DE MENINA PRA MOÇA”:MEMÓRIAS DE MULHERES SOBRE SEUS CORPOS NA JUVENTUDE.
AS METODOLOGIAS UTILIZADAS NA DISCUSSÃO DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

GT6 – GÊNERO, CULTURA E EDUCAÇÃO

TARDE – 14H-17H30 – Auditório do PPGE 1º Andar
REPRESENTAÇÃO FEMININA NOS FILMES DE ANIMAÇÃO DA DISNEY E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A EDUCAÇÃO
A CULTURA MAKER E A FORMAÇÃO E EMPODERAMENTO DE MENINAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA
O GÊNERO FEMININO ESQUECIDO: CONSIDERAÇÕES SOBRE MULHERES PROFESSORAS DO COLÉGIO ESTADUAL DA PRATA-CAMPINA GRANDE PB
“NINGUÉM VIU, NINGUÉM VÊ, NINGUÉM QUER SABER”: DISCUTINDO VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, DESIGUALDADE DE GÊNERO E FEMINISMO ATRAVÉS DO TEATRO DO OPRIMIDO NA EDUCAÇÃO.
GÊNERO E PATRIARCALISMO NA ADMINISTRAÇÃO DOS GRUPOS ESCOLARES NA PARAÍBA – 1916/1930
GÊNERO E EDUCAÇÃO: UMA QUESTÃO A SER DEBATIDA NAS ESCOLAS
REFLEXÕES SOBRE GÊNERO E ENSINO DE HISTÓRIA NO PIBID DOS CURSOS DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA DE PERNAMBUCO
JANDIRA PINTO: UMA MULHER NO SERVIÇO SOCIAL DA PARAÍBA NOS ANOS DE 1950
O FANTASMA DA “IDEOLOGIA DE GÊNERO” AMEAÇA A EDUCAÇÃO: ESTADO DA ARTE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE O TEMA NO BANCO DE TESES E DISSERTAÇÕES DA CAPES ENTRE OS ANOS 2000 E 2018
TEMAS TRANSVERSAIS E GÊNERO NO ENSINO DE HISTÓRIA
ESTUDO SOBRE GÊNERO E IDENTIDADE: UM CASO DE DESAFIOS CONSTANTES.
RETROCESSOS E POSSIBILIDADES DE ABORDAGEM DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
A APLICAÇÃO DA TRANSVERSALIDADE ALÉM DA SALA DE AULA
DISCURSOS MIDIÁTICOS QUE SUBALTERNIZAM MULHERES: CRIAÇÃO DE IMAGENS E ESTEREÓTIPOS
A INSERÇÃO DA HISTÓRIA DAS MULHERES ATRAVÉS DO PIBID
O ESTATUTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA E A VALORIÇÃO DO PROFESSOR (1986)
VOZES DISCENTES SOBRE SEXUALIDADE: UM ESTUDO NA PARAIBA
RENDA RENASCENÇA: ETNOGRAFANDO COM MULHERES RENDEIRASDO CARIRI PARAIBANO
GÊNERO E EDUCAÇÃO: DISCUTINDO O PROTAGONISMO DAS MULHERES NO COTIDIANO DA EDUCAÇÃO BÁSICA.
ANIME: UM JEITO “FEMININO” DE VIVER
PROBLEMAS DE GÊNERO E SALA DE AULA: INEXCUSÁVEL DEBATE IDENTITÁRIO.
VALORES E SABERES DE UMA EDUCADORA FORJADA ENTRE O CÁRCERE E A RUA
A TRANSEXUALIDADE NO FILME 20 CENTÍMETROS
O JOGO TEATRAL NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM COM IDOSOS

GT7 – GÊNERO, SAÚDE E DIVERSIDADE

MANHÃ – 08H30-12H – Sala Multimídia do PPGE 1º Andar
A IDADE DO “COM DOR” E O DISCURSO DO ENVELHECIMENTO ATIVO
SAÚDE MENTAL DE MULHERES FEMINISTAS: UM ESTUDO EM PALMAS – TO
TRAJETÓRIA FILOSÓFICA NAS ARTES E SAÚDE: DESCOLONIZANDO NOS MUNICÍPIOS DE CAUCAIA E SÃO GONÇALO DO AMARANTE-CEARÁ
BIOLOGIA E MEDICINA DO GÊNERO: CULTURA LEVADA AO LABORATÓRIO
MULHERES NEGRAS E MERCADO DE TRABALHO: A INTERSECCIONALIDADE DE FATORES
O ADOECIMENTO MENTAL DAS MÃES ACOMPANHANTES

GT8 – GÊNERO, FEMINISMOS E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA

MANHÃ – 08H30-12H – Sala Multimídia do PPGE 1º Andar
QUE ONDA É ESSA? MULHER E POLÍTICA UMA QUESTÃO DE GÊNERO
FEMINISMO NO BRASIL: UM ESTUDO INTRODUTÓRIO
O FEMINISMO EM “O PAÍS DAS MULHERES” DE GIOCONDA BELLI
A CONQUISTA DO ESPAÇO ACADÊMICO E A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO DA MULHER
TRAJETÓRIA DE LUTA CONTRA A DITADURA CÍVIL MILITAR: FEMINISMO COMO EMPODERAMENTO HISTÓRICO NO CEARÁ
#DEIXAELATRABALHAR: EMPODERAMENTO FEMININO EM PAUTA E MACHISMO NO ESPORTE
ANCESTRALIDADE: FONTE DE RESISTÊNCIA NA AFIRMAÇÃO DO FEMINISMO NEGRO

GT9 – GÊNERO, RAÇA, ETNIAS E GERAÇÕES

MANHÃ – 08H30-12H30 – Sala 305 do Centro de Educação
O PROTAGONISMO DAS INTELECTUAIS NEGRAS E AS SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAL E A INTERCULTURALIDADE NO CAMPO DA EDUCAÇÃO
O MOVIMENTO TEM COR? FEMINISMO NEGRO EM PAUTA
OS SABERES ANCESTRAIS AFRICANOS DAS REZADEIRAS QUILOMBOLAS E INDÍGENAS DO CEARÁ: MULHERES DA CURA E DA REZA
INVISIBILIDADE BRANCA: CONFORTO E PRIVILÉGIOS EM UM SISTEMA RACISTA
PORTEIRAS DAS ARTES:EDUCAÇÃO QUILOMBOLA NA COMUNIDADE REMANESCENTE DE PORTEIRAS EM CAUCAIA-CEARÁ
PROTAGONISMO FEMININO POTIGUARA – REPRESENTATIVIDADE E LUTA
REPRESENTAÇÕES DE ADOLESCENTES CANDOMBLECISTAS SOBRE IDENTIDADES DE GÊNERO

GT10 – GÊNERO, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

MANHÃ – 08H30-12H30 – Sala 305 do Centro de Educação
A PERCEPÇÃO DOS TRÊS PODERES ACERCAR DAS POLÍTICAS PÚBLICAS EM PROL DA IGUALDADE DE GÊNERO
NÚCLEOS DE ESTUDOS DE GÊNERO E ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER: AÇÕES FRUTO DE UMA POLÍTICA PÚBLICA NO ESTADO DE PERNAMBUCO
TRANSGENERIDADE E LEI MARIA DA PENHA
OS DESAFIOS DA INTERSETORIALIDADE DAS INSTITUIÇÕES NO ATENDIMENTO ÀS MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA, JOÃO PESSOA-PB
O ASSÉDIO MORAL NAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS
POLÍTICAS PÚBLICAS E CULTURA DA VIOLÊNCIA EM SÃO BENTO – PB
IDEOLOGIA DE GÊNERO NO DISCURSO MIDIÁTICO-PEDAGÓGICO: UMA AUTOETNOGRAGIA
POLÍTICAS PÚBLICAS E CULTURA DA VIOLÊNCIA EM SÃO BENTO – PB
APLICABILIDADE DA LEI MARIA DA PENHA NAS RELAÇÕES HOMOAFETIVAS
GÊNERO NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS: UM DEBATE NECESSÁRIO
COMPETÊNCIAS DO POLICIAL MILITAR NA EFETIVIDADE DA LEI MARIA DA PENHA

Resumos aprovados

ATENÇÃO – Apenas os trabalhos que foram enviados com título estão apresentados nesta lista. Se o seu resumo não foi enviado com o título responda ao e-mail de confirmação (que a coordenação enviou quando recebeu o resumo), incluindo o título.

GT1 – GÊNERO, SABERES HISTÓRICOS E EDUCATIVOS

A EDUCAÇÃO DA MULHER NO JORNAL A FLOR (PENEDO/AL, 1909)
A experiência do trabalho e a produção de conhecimentos: uma visita à Rede de Mulheres do Sertão do Pajeú em Pernambuco
A FEMINIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO NO SÉCULO XIX: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FEMININA NO BRASIL NO SÉCULO XVI A XIX
A INFLUÊNCIA DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NAS PRÁTICAS EDUCATIVAS DESENVOLVIDAS NO GRUPO ESCOLAR MONSENHOR JOAQUIM HONÓRIO (1931-1946)
A PESQUISA ANTROPOLÓGICA ACERCA DO “DEBATE FEMINISTA” A PARTIR DE MARILYN STRATHERN
A PESQUISA EM EDUCAÇÃO: REFLEXÕES SÓCIO-HISTÓRICO-CULTURAIS
A PRESENÇA DA PROFESSORA DOLORES DINIZ NO GRUPO ESCOLAR SENADOR GUERRA – CAICÓ/RN (1921)
A REPRESENTAÇÃO DOCENTE MASCULINA E FEMININA NA OBRA ‘MEUS VERDES ANOS DO ESCRITOR JOSÉ LINS DO REGO
ALICE DE AZEVEDO MONTEIRO E A EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS PEQUENAS NA PARAÍBA: os escritos sobre infância na Revista do Ensino (1932-1940)
ANTECEDENTES DA FORMAÇÃO DA JUVENTUDE FEMININA EM CAMPINA GRANDE – PB (1957-1960)
ARQUIVANDO GÊNEROS: UMA PERSPECTIVA DE INVESTIGAÇÃO HISTÓRICO-ARQUIVÍSTICA A PARTIR DA ESCOLA ESTADUAL JOÃO GOULART (JOÃO PESSOA-PB).
AS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA A PARTIR DO OLHAR E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DA PROFESSORA ALICE DE AZEVEDO MONTEIRO
AS FONTES NA PESQUISA HISTORIOGRÁFICA: AMPLIAÇÃO E NOVAS POSSIBILIDADES
Associações juvenis – centros de formação social: uma leitura pela perspectiva de gênero
ATUAÇÃO DE PROFESSORAS DA INSTRUÇÃO PRIMÁRIA NA PROVÍNCIA DA PARAHYBA DO NORTE: ENTRE AULAS NOTURNAS E ENSINAR A BORDAR (1860 – 1870)
CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ANÁLISE DA FORMAÇÃO E COTIDIANO DAS CASAS DE CARIDADE
CONTRIBUTOS DE PROFESSORAS ALAGOANAS À MODERNIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO (1912-1930)
DESVELANDO MEMÓRIAS DE UMA EDUCADORA DE MAMANGUAPE-PB: (AUTO)BIOGRAFIA EM FOCO
DO CUIDAR AO EDUCAR: AS IRMÃS FRANCICANAS HOSPITALEIRAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO E A FORMAÇÃO DA CULTURA ESCOLAR CAMPINENSE.
DONA LIA, PRÁTICAS MEMORIAIS DA LUTA PELA TERRA: GÊNERO E RESISTÊNCIA NO ASSENTAMENTO BAIXIO – RIACHÃO/PB
EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES SOBRE O ACOLHIMENTO E A ADAPTAÇÃO DA CRIANÇA À ESCOLA
EDUCANDO ATRAVÉS DOS SENTIDOS: A PEDAGOGIA DO MASCULINO ATRAVÉS DA MORAL CRISTÃ NO GINÁSIO DIOCESANO DE PATOS (1937-1945).
EMPREENDER POR OPORTUNIDADE OU NECESSIDADE? UM ESTUDO DE CASO
ENSAIOS DE UMA EMANCIPAÇÃO
ENTRE AGULHAS E HALTERES: GÊNERO E EDUCAÇÃO NO SÉCULO XIX
FALA SERTANEJA: UM PROJETO ENTRE O “LÁ” E O “CÁ”
FOTOGRAFIAS EM ACERVO ESCOLAR: REPRESENTAÇÕES DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS E CULTURAIS NO EDUCANDÁRIO NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS/ASSÚ-RN
GÊNERO E A CONSTRUÇÃO DOS DIFERENTES ESPAÇOS HISTÓRICOS
IMPRENSA ESTUDANTIL E EDUCAÇÃO FEMININA: GÊNERO E SENSIBILIDADES NA REVISTA ESCOLA DOMÉSTICA (1925-1926)
LUTA DE MARIA DE LOURDES CONTRA O MACHISMO E SUAS REPRESSÕES
O COLÉGIO IMACULADA CONCEIÇÃO E A EDUCACÃO FEMININA CATÓLICA EM CAMPINA GRANDE (1932-1970)
O LUGAR DE PRODUÇÃO DAS TEORIAS/EPISTEMOLOGIAS FEMINISTAS: UMA REFLEXÃO SITUADA E CONTRIBUIÇÕES HISTÓRICAS.
O PAPEL DO AUDIOVISUAL NO PROJETO DE EXTENSÃO PARTEJAR
PROCESSOS EDUCATIVOS NO GRUPO ESCOLAR TENENTE CORONEL JOSÉ CORREIA/ASSÚ (1911)
PROFESSORA MARIA DO CARMO DE MIRANDA: PROTAGONISMO FEMININO E PRÁTICAS EDUCATIVAS A DESVELAR A DOCÊNCIA (1964-1985)
QUESTÕES POLÍTICAS E RELAÇÕES DE GÊNERO NAS PRÁTICAS EDUCATIVAS DO CURSO NORMAL DE 1º CICLO EM ASSÚ/RN (1966-1970)
REPRESENTAÇÕES FEMININAS E OS MANUAIS DE ECONOMIA DOMÉSTICA NA DÉCADA DE 1950
SABERES E PRÁTICAS CULTURAIS VEICULADOS NO JORNAL A REPÚBLICA: UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE A EDUCAÇÃO FEMININA (1911-1914)
UM OLHAR A PARTIR DO GÊNERO: ANTROPOLOGIA COMO AÇÃO EDUCATIVA EM CONTEXTOS NÃO-FORMAIS

GT2 – GÊNERO, LINGUAGENS E REPRESENTAÇÕES

“O QUE É SER UMA MULHER?”: RUPTURAS NARRATIVAS NO CINEMA DE AGNÈS VARDA
1910, DE THAI FLOW: MANIFESTO FEMINISTA NA CULTURA HIP HOP
A conquista e o casamento: uma análise dos Fatos Sociais, de Émile Durkheim, presente no conto “Onda”, de Machado de Assis
A cruzada moral e seu empreendedor: Análise da presença online do Pastor Marco Feliciano.
A EROTIZAÇÃO DO CORPO FEMININO COMO EXPERIMENTAÇÃO DO PRAZER NO CONTO ROMÃ, DE IVANA ARRUDA LEITE
A mulher na imprensa paraibana nos primórdios dos anos 1960
A TRANSEXUALIDADE RETRATADA NO PROGRAMA RUPAUL DRAG RACE
A VÊNUS DO SÉCULO XXI: UM RELATO DE PRÁTICA
AS IMAGENS FEMININAS NA IMPRENSA CAMPINENSE (1945-1959)
As mulheres de Virginia Woolf questionando o patriarcado e o militarismo
AS REPRESENTAÇÕES DA SÉRIE SEX EDUCATION NA MÍDIA PERNAMBUCANA
CORPO, SEXUALIDADE E REPRESENTAÇÃO DA MULHER VELHA EM CONTOS DE CLARICE LISPECTOR
DESCONSTRUÇÃO DE ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO ATRAVÉS DA LEITURA CRÍTICA
Distopia ou realidade? – O Biopoder em O conto da aia
EM DEFESA DE MEDEIA
ENTRECRUZAMENTOS DE GÊNERO E GERAÇÃO NO CAMPO A PARTIR DOS VÍDEOS “A VIDA DE MARGARIDA” E “ZEFINHA QUER CASAR”
ESCRITA FEMININA EM CAJAZEIRAS – PB: FLOR DE LIZ (1926-1931)
Feminismo e empoderamento das tirinhas de Olga, a sexóloga
Gênero e diversidade na publicidade brasileira: desconstruído estereótipos
O encontro da palavra e da leitura intercalando as relações de gênero na escrita de Maria Valéria Rezende
O livro infantil para a (des)construção dos estereótipos de gênero
REPRESENTAÇÕES FEMININAS NOS IMPRESSOS EDUCACIONAIS: DISCURSOS SOBRE AS POSSIBLIDADES DA ATUÇÃO DA MULHER NA SOCIEDADE NORTE-RIO-GRANDENSE (1921-1924)
REPRESENTAÇÕES FEMININAS POR MEIO DE PERIÓDICOS NORTE-RIO-GRANDENSES (1875-1879)
UMA ANÁLISE DAS CAPAS DE REVISTAS FEMININAS NO SÉCULO XX
Uma Experiência Privada sob a perspectiva do feminismo interseccional

GT3 – GÊNERO, HOMENS E MASCULINIDADE

“AS VEZES NÃO SINTO ORGULHO EM DIZER QUE QUERO ME TORNAR UM PEDAGOGO”: UMA REFLEXÃO SOBRE A INSERÇÃO MASCULINA NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UFPB
Come to Daddy: pensando corpo e sexualidade no pornô gay
LOLITA: O OLHAR MASCULINO E A PEDOFILIA
MASCULINIDADES E REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: AS MUDANÇAS DO SÉCULO XXI
O DISCURSO DA IGREJA CATÓLICA NA FORMAÇÃO DA MASCULINIDADE NA PARAÍBA NA PRIMEIRA REPÚBLICA
PADRE IBIAPINA: UM SACERDOTE LIGANDO A ALMA AO POVO POBRE DO SERTÃO NORDESTINO

GT4 – GÊNERO E MOVIMENTOS SOCIAIS

“Nós temos esta força muito forte na Paraíba”: a Brigada Caetés e a atuação feminina no MST
JUVENTUDE(S): NARRATIVAS DE GÊNERO NOS MOVIMENTOS SOCIAIS DA PARAÍBA
MOVIMENTOS SOCIAS E A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES INDÍGENAS DA BAÍA DA TRAIÇÃO – PB
MULHERES MILITANTES EM BUSCA DE TRABALHO: CENÁRIOS ATUAIS DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL
Porto do Capim em Ação: a resistência das mulheres em tempos de exceção
Rose: Uma História de Luta Social e Empoderamento Feminino.

GT5 – GÊNERO, CORPO E SEXUALIDADES

“O POVO DIZIA, VOCÊ ESTÁ PASSANDO DE MENINA PRA MOÇA”:MEMÓRIAS DE MULHERES SOBRE SEUS CORPOS NA JUVENTUDE.
AS METODOLOGIAS UTILIZADAS NA DISCUSSÃO DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCURSOS DE GÊNERO SOB A PERSPECTIVA DE PROFESSORES EM UMA ESCOLA DE FORTALEZA
EXPERIÊNCIAS EDUCATIVAS DE UMA PROSTITUTA: DESCORTINANDO O TERRITÓRIO DO PRAZER
FEMINISMOS E CORPOS COM DEFICIÊNCIA: DISSIDÊNCIAS DA NORMALIDADE
Igrejas inclusivas: entre discursos progressistas e conservadores

GT6 – GÊNERO, CULTURA E EDUCAÇÃO

“Ninguém viu, ninguém vê, ninguém quer saber”: discutindo violência contra a mulher, desigualdade de gênero e feminismo através do Teatro do Oprimido na educação.
A APLICAÇÃO DA TRANSVERSALIDADE ALÉM DA SALA DE AULA
A cultura maker e a formação e empoderamento de meninas na Educação Básica
A INSERÇÃO DA HISTÓRIA DAS MULHERES ATRAVÉS DO PIBID
A TRANSEXUALIDADE NO FILME 20 CENTÍMETROS
ANIME: UM JEITO “FEMININO” DE VIVER
AS MÚLTIPLAS LINGUAGENS E REPRESENTAÇÕES NO ENSINO DE GEOGRAFIA: (DES)CONSTRUINDO GÊNERO
DISCURSOS MIDIÁTICOS QUE SUBALTERNIZAM MULHERES: CRIAÇÃO DE IMAGENS E ESTEREÓTIPOS
Estudo sobre gênero e identidade: um caso de desafios constantes.
GAME, GÊNERO E EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA: ABORDAGENS E PERSPECTIVAS PÓS-ESTRUTURALISTAS
Gênero e educação: discutindo o protagonismo das mulheres no cotidiano da educação básica.
GÊNERO E EDUCAÇÃO: UMA QUESTÃO A SER DEBATIDA NAS ESCOLAS
GÊNERO E PATRIARCALISMO NA ADMINISTRAÇÃO DOS GRUPOS ESCOLARES NA PARAÍBA – 1916/1930
GÊNERO, CURRÍCULOS E FUNK: UMA ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA
Jandira Pinto: Uma mulher no serviço social da Paraíba nos anos de 1950.
MATERIALIZAÇÃO DA “IDEOLOGIA DE GÊNERO”: novidade ou consequência?
Mulher na docência do curso de Engenharia Civil
O ESTATUTO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO DA PARAÍBA E A VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR (1986)
O FANTASMA DA “IDEOLOGIA DE GÊNERO” AMEAÇA A EDUCAÇÃO: ESTADO DA ARTE DA PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE O TEMA NO BANCO DE TESES E DISSERTAÇÕES DA CAPES NOS ANOS 2000 a 2018
O GÊNERO FEMININO ESQUECIDO: considerações sobre mulheres professoras do Colégio Estadual da Prata-Campina Grande PB
O JOGO TEATRAL NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM COM IDOSOS
PROBLEMAS DE GÊNERO E SALA DE AULA: INEXCUSÁVEL DEBATE IDENTITÁRIO.
REFLEXÕES SOBRE GÊNERO E ENSINO DE HISTÓRIA NO PIBID DOS CURSOS DE LICENCIATURA EM HISTÓRIA DE PERNAMBUCO
RENDA RENASCENÇA: ETNOGRAFANDO COM MULHERES RENDEIRAS DO CARIRI PARAIBANO
REPRESENTAÇÃO FEMININA NOS FILMES DE ANIMAÇÃO DA DISNEY EM DIFERENTES CONTEXTOS TEMPORAIS E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A EDUCAÇÃO
RETROCESSOS E POSSIBILIDADES DE ABORDAGEM DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
TEMAS TRANSVERSAIS E GÊNERO NO ENSINO DE HISTÓRIA
VALORES E SABERES DE UMA EDUCADORA FORJADA ENTRE O CÁRCERE E A RUA
VOZES DISCENTES SOBRE SEXUALIDADE: UM ESTUDO NA PARAIBA

GT7 – GÊNERO, SAÚDE E DIVERSIDADE

A IDADE DO “COM DOR” E O DISCURSO DO ENVELHECIMENTO ATIVO
MULHERES NEGRAS E MERCADO DE TRABALHO: A INTERSECCIONALIDADE DE FATORES
NOME CIVIL E O DIREITO AO RECONHECIMENTO DE GÊNERO DO GRUPO TRANS NÃO OPERADO
O Histórico da Saúde Mental das mães acompanhantes da Clínica Pediátrica do Hospital Universitário Lauro Wanderley
QUANDO A BIO-MEDICINA INTERPELA A CONSTRUÇÃO DO GÊNERO COMO UMA PRÁTICA SOCIAL PROFISSIONAL, CIENTÍFICA E PEDAGÓGICA
SAÚDE MENTAL DE MULHERES FEMINISTAS: um estudo sobre o impacto do discurso de equidade de gênero na saúde mental de militantes na cidade de Palmas – TO
TRAJETÓRIA FILOSÓFICA NAS ARTES E SAÚDE: DESCOLONIZANDO NOS MUNICÍPIOS DE CAUCAIA E SÃO GONÇALO DO AMARANTE-CEARÁ
TURISMO DE ABORTO: DIREITOS REPRODUTIVOS E DESLOCAMENTOS QUE VISAM A INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ

GT8 – GÊNERO, FEMINISMOS E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA

#DeixaElaTrabalhar: empoderamento feminino em pauta e machismo no esporte
#ELENÃO O CYBER MOVIMENTO QUE TOMOU AS RUAS
A CONQUISTA DO ESPAÇO ACADÊMICO E A LUTA PELA EMANCIPAÇÃO DA MULHER
A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NA VIDA POLITICA NA PERSPECTIVA DE ANÁLISE A PARTIR DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA
Ancestralidade: Fonte de Resistência na afirmação do Feminismo Negro
CONTRIBUIÇÃO DO PPGSS/UFPB NA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE A TEMÁTICA GÊNERO
ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: a mulher assumindo o seu papel na gestão da água
HISTORIOGRAFIA DAS MULHERES: UMA HISTÓRIA DE EMBATES E CONFRONTOS
O FEMINISMO EM “O PAÍS DAS MULHERES” DA AUTORA NICARAGUENSE GIOCONDA BELLI
QUE ONDA É ESSA? MULHER E POLÍTICA UMA QUESTÃO DE GÊNERO
TRAJETÓRIA DE LUTA CONTRA A DITADURA CIVIL MILITAR: FEMINISMO COMO EMPODERAMENTO HISTÓRICO NO CEARÁ

GT9 – GÊNERO, RAÇA, ETNIAS E GERAÇÕES

INVISIBILIDADE BRANCA: CONFORTO E PRIVILÉGIOS EM UM SISTEMA RACISTA
MULHERES NEGRAS E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA: reflexões sobre a inserção das mulheres negras na política partidária.
O MOVIMENTO TEM COR? FEMINISMO NEGRO EM PAUTA
O PROTAGONISMO DAS INTELECTUAIS NEGRAS E AS SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAL E A INTERCULTURALIDADE NO CAMPO DA EDUCAÇÃO
Os Saberes Ancestrais Africanos das rezadeiras quilombolas e indígenas do Ceará: mulheres da Cura e da Reza
PORTEIRAS DAS ARTES:EDUCAÇÃO QUILOMBOLA NA COMUNIDADE REMANESCENTE DE PORTEIRAS EM CAUCAIA-CEARÁ
PROTAGONISMO FEMININO POTIGUARA – REPRESENTATIVIDADE E LUTA
REPRESENTAÇÕES DE ADOLESCENTES CANDOMBLECISTAS SOBRE IDENTIDADES DE GÊNERO

GT10 – GÊNERO, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

A Percepção dos Três poderes acerca das Políticas Públicas em prol da Igualdade de Gênero
APLICABILIDADE DA LEI MARIA DA PENHA NAS RELAÇÕES HOMOAFETIVAS
COMPETÊNCIAS DO POLICIAL MILITAR NA EFETIVIDADE DA LEI MARIA DA PENHA
DEZ NOÇÕES SUBSUNÇORAS À IDEOLOGIA DE GÊNERO NO DISCURSO MIDIÁTICO-PEDAGÓGICO: UMA AUTOETNOGRAFIA
FEMINICÍDIO: REFLEXÕES SOBRE A VIOLÊNCIA EXTREMA CONTRA AS MULHERES NA PARAÍBA
GÊNERO NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS: UM DEBATE NECESSÁRIO
Mudança de titularidade da ação penal em crimes sexuais e seu impacto sobre a autodeterminação da vítima
MULHERES OUTSIDERS: uma revisão do estado da arte da produção teórica sobre o gênero feminino e a violência
Núcleos de Estudos de Gênero e Enfrentamento da Violência Contra Mulher: Ações Fruto de Uma Política Pública no Estado de Pernambuco
O ASSÉDIO MORAL NAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS
Os desafios da intersetorialidade das instituições no atendimento às mulheres vítimas de violência, João Pessoa-PB
POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO OU PARA MULHERES? Apontamentos teóricos acerca das políticas públicas direcionadas às mulheres
Políticas públicas e cultura da violência em São Bento – PB
TRANSGENERIDADE E LEI MARIA DA PENHA

Cronograma

ENVIO DE RESUMO

até 13 de setembro de 2019

PUBLICAÇÃO DA LISTA COM RESUMOS APROVADOS

07 de outubro de 2019

PRAZO PARA RECURSOS

07 de outubro a 09 de outubro de 2019

RESULTADO DOS RECURSOS

10 de outubro de 2019

ENVIO DE TRABALHO COMPLETO

até 30 de outubro de 2019

ÚLTIMA DATA PARA PAGAMENTO DE QUEM ENVIOU TRABALHO

03 de novembro de 2019

Lançamento de Livro

02 de setembro até 30 de outubro de 2019

Programação

Dia 27/11/2019

TARDE

Credenciamento

16h às 18h

Local: CE

NOITE

Mesa de Abertura

19h

Conferência de abertura: Feminismo como resistência

19h40

Conferencista:

DRª ZULEIDE FERNANDES DE QUEIROZ – (URCA)

Local: Auditório do Centro de Educação/UFPB

Dia 28/11/2019 – Auditório do CE

MANHÃ

MESA 1 – Gênero e restrição de direitos na contemporaneidade brasileira

08h30 – 10h30

DRª MICHELLE AGNOLETI – (UEPB)
DRª LOURDES RAFAELLA SANTOS FLORÊNCIO – (IFCE)
DRª MAURIENE SILVA DE FREITAS – (UEPB)

MESA 2 – Gênero e educação: diálogos possíveis

10h30 – 12h30

DRª JEANE FÉLIX DA SILVA – (UFPB)
DRª JUSSARA NATÁLIA MOREIRA BÉLENS – (UEPB)
DRª MARGARETE ALMEIDA NEPOMUCENO – (UFPB)

TARDE

MESA 3 – Gênero e a construção das masculinidades

14h30 – 16h30

DR CARLOS EDUARDO ALBUQUERQUE FERNANDES – (UFRPE) 
DR JONHATAN FERREIRA MARQUES DO VALE – (UFPB)
DRª CRISTIANE SOUZA DE MENEZES – (UFPE)

MESA 4 – Gênero, violência e saúde

16h30 – 18h30

DRª SÔNIA WEIDNER MALUF – (UFSC)
DRª IDALINA MARIA FREITAS LIMA SANTIAGO – (UEPB)
DRª ROZELI MARIA PORTO – (UFRN)

Momento cultural e lançamento de livros

19h

Local: Praça do Centro de Educação

Dia 29/11/2019 – Salas do CE

MANHÃ e TARDE

Apresentação de comunicações orais

Inscrições

Informações sobre inscrições

  1. Para realizar a sua inscrição clique em “REALIZAR INSCRIÇÃO“, preencha o formulário e envie.
  2. Após a realização da inscrição, mediante preenchimento do formulário, efetue o pagamento, que deverá ser realizado, por meio de DEPÓSITO BANCÁRIO IDENTIFICADO ou TRANSFERÊNCIA COM IDENTIFICAÇÃO. Após o pagamento, envie o comprovante para o e-mail: viisngpc+inscricao@gmail.com, com o nome completo do participante no campo “assunto” do e-mail.

Atenção

  1. Depósitos ou transferências não identificados serão desconsiderados;
  2. Agendamento não se configura comprovante de pagamento;
  3. Depósitos em envelope estão sujeitos a maior demora para confirmação.

Dados para depósito ou transferência identificados:

Banco: Banco do Brasil
Agência: 1619-5
Conta Poupança: 74.113-2
Variação: 51
Cliente: Shirley Targino Silva
CPF: 078.004.204-26

Obs: Pagamentos não identificados ou agendamentos não poderão ser confirmados.

Investimento

Categorias
CategoriasEstudante de Graduação e Integrantes de Movimentos Sociais*Estudante de Pós-Graduação e Professores da Educação Básica*Professor Universitário e Demais Profissionais
01/04 – 30/06R$ 65
R$ 85R$ 110
01/07 – 30/09R$ 75R$ 95R$ 120
01/10 – 03/11R$ 85 **R$ 105R$ 130

* Estudantes de Graduação, Integrantes de Movimentos Sociais, Estudante de Pós-Graduação e Professores da Educação Básica Sociais devem enviar comprovante de matrícula (ou similar) juntamente com o comprovante de pagamento em email único para: viisngpc+inscricao@gmail.com

** Quem quiser se inscrever sem apresentação de trabalhos, poderá fazê-lo até o início do evento pagando este valor, com direito a certificado de participação e material do evento.

ATENÇÃO: Somente serão publicados os trabalhos em que todos os autores estiverem com a inscrição confirmada, ou seja, realizado cadastro no site, efetuado o pagamento e enviado o comprovante bancário.

Os interessados em submeter trabalhos devem ler com atenção as normas para confecção e envio dos textos.

ATENÇÃO: VOCÊ NÃO VAI PRECISAR REALIZAR LOGIN COM SEUS DADOS PESSOAIS APÓS A INSCRIÇÃO NO SEMINÁRIO, OPTAMOS POR DISPONIBILIZAR AS INFORMAÇÕES DO EVENTO PARA TODOS OS INTERESSADOS INDEPENDENTE DA CONFIRMAÇÃO DO PAGAMENTO.

Normas gerais para confecção e envio dos trabalhos

VI Seminário Nacional Gênero e Práticas Culturais recebe inscrições de trabalhos, com o resumo simples, até 13/09/2019 para apresentações, nas sessões de comunicações científicas, que sejam resultados de pesquisas e de estudos realizados na área.

  1. Os trabalhos devem ser enviados, anexados em Word, para o email do GT escolhido.
  2. Todas as submissões serão avaliadas pelo comitê científico, posteriormente, serão publicados os títulos dos resumos aprovados, para o consecutivo envio do trabalho completo;
  3. Para a inscrição de trabalho é obrigatória a inscrição individual do autor e dos coautores;
  4. O trabalho deve adequar-se às normas de formatação e aos prazos de envio apresentados abaixo.
  5. FONTE E MARGENS
    1. Fonte: Times New Roman.
    2. Tamanho: 12.
    3. Espaçamento entre linhas: 1,5.
    4. Parágrafo: 1,5
    5. Margens da folha: Superior: 3,0; Esquerda: 3,0; Inferior: 2,0 e Direita: 2,0.
  6. NORMAS PARA RESUMO SIMPLES
    1. Todos os resumos devem ser enviados até 13/09/2019 sem identificação (para assegurar avaliação às cegas).
    2. O resumo deve ser salvo em Word e enviado, pelo autor principal, em anexo para o email do GT escolhido, conforme relação retrocitada. No campo “assunto” você deve escrever a palavra “RESUMO”. Não enviar mais de um arquivo por email.
    3. O resumo dever ser digitado em times new romam, tamanho 12, espaçamento simples, justificado, em parágrafo único, iniciando com a palavra resumo em caixa alta e negrito;
    4. O resumo simples deve possuir título e ser redigido entre de 200 a 300 palavras, explicitando com clareza a problemática, o objetivo, a relevância, os procedimentos metodológicos, os resultados e conclusões;
    5. Inserir, ao final, três palavras-chave.
  7. NORMAS PARA INSCRIÇÃO DE ARTIGOS
    1. Apenas o autor principal, com resumo aprovado, pode enviar o trabalho completo.
    2. Os trabalhos completos devem ser enviados, impreterivelmente, até 30/10/2019. Os textos enviados após essa data não entrarão na programação ou nos anais do evento.
    3. Os trabalhos devem ser salvos em Word e enviados em anexo para o email do GT escolhido, conforme relação retrocitada. No campo “assunto” você deve escrever a palavra “ARTIGO”.
    4. O título do trabalho não deve possuir mais que 10 palavras, em caixa alta, centralizado e em negrito;
    5. O nome do(s) autor (es) deve vir abaixo do título alinhado à direita, com referência à Instituição a qual está vinculado;
    6. Conter de 10 a 12 laudas, contando com as referências bibliográficas;
    7. As notas explicativas devem vir em rodapé;
    8. Citações e referências bibliográficas de acordo com as normas da ABNT.
    9. Os resumos, ainda que aprovados, não serão publicados, apenas os trabalhos completos serão inseridos nos anais.
  8. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
    1. Todos os trabalhos serão apresentados na modalidade de comunicação oral;
    2. Os trabalhos que não atenderem às normas de formatação e da ABNT serão automaticamente eliminados;
    3. O material aceito para apresentação e/ou publicação será utilizado em sua versão original, ou seja, os arquivos enviados não são passíveis de substituição e/ou modificações posteriores. A revisão do(s) trabalho(s) é de responsabilidade do/a(s) autor/as(es);
    4. Cada autor(a) poderá enviar somente 2(dois) trabalho como autor(a) principal (Comunicações Orais) e cada trabalho poderá conter no máximo (2) dois/duas coautores(as), somando-se até três nomes por trabalho. Entre autoria e coautoria cada inscrito(a) só poderá participar de no máximo três trabalhos.
    5. A taxa de inscrição deverá ser paga por todos os autores e coautores, sendo a mesma cobrada individualmente por autor e coautor (es), e não por trabalho;
    6. A taxa de inscrição não será devolvida em hipótese nenhuma;
    7. O(A) inscrito(a) que não tiver seu trabalho aprovado, continuará regularmente inscrito(a) no evento como participante.